Hupe promove campanha de vacinação contra sarampo

30/01/202016:00

Diretoria de Comunicação da UERJ

 

O Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe) vai ser polo da campanha de vacinação “RJ Contra o Sarampo”, neste sábado, 01/02, e no sábado após o Carnaval, 07/03. De acordo com o Governo do Estado, em 2019, o Rio de Janeiro registrou 333 casos da doença, que pode levar à morte.

Durante todo o dia, nos dois sábados, a equipe de saúde fará a vacinação de pessoas com idade entre seis meses de vida e 59 anos. “Quem tiver alguma condição especial de saúde ou tiver dúvidas se pode ou não ser vacinado, basta vir ao hospital nesses dois sábados, que teremos profissionais habilitados para a avaliação”, revela a médica Debora Fontenelle, coordenadora da campanha no Hupe.

Além de vacinar a população, o hospital vai funcionar como polo logístico para abastecer cinco caminhões de vacinação itinerante da Secretaria de Estado de Saúde, que irão percorrer municípios da região metropolitana do Rio. “É muito importante se vacinar. O sarampo é uma doença séria, que pode matar, e que voltou a apresentar casos. Precisamos ampliar a nossa imunização. Quanto mais pessoas estiverem protegidas, menor o risco da doença, coletivamente. A vacina é de graça e representa uma importante ação preventiva para a garantia da saúde da população”, avaliou a médica.

Transmissão
O sarampo é uma doença altamente contagiosa, transmitida pela saliva, através da fala, tosse e espirro. A pessoa com sarampo pode apresentar mal-estar geral, febre e manchas vermelhas, que aparecem no rosto e vão descendo por todo o corpo, além de tosse, coriza e conjuntivite. A doença pode ocorrer de forma grave e levar à morte.

Quem deve se vacinar
Todas as pessoas entre seis meses e 59 anos devem ser vacinadas. É recomendado que a população leve sua caderneta de vacinação. Os adultos que não tiverem certeza se foram imunizados devem ser avaliados por uma equipe especializada.

Contraindicações
Pessoas com suspeita de sarampo, gestantes, crianças com menos de seis meses e pessoas imunocomprometidas, como pacientes de câncer ou que fazem uso de corticoides, não devem receber a vacina. Alérgicos à proteína do leite de vaca devem informar a condição ao profissional de saúde no local de vacinação para que recebam a dose especial.