Evento organizado pela UnATI discute quedas entre a população adulta

29/08/201917:21

Diretoria de Comunicação da UERJ

A Coordenação de Projetos de Extensão da Universidade da Terceira Idade (UnATI-UERJ) realizou, nesta quinta-feira (29/08), o workshop “Queda no adulto e sua abordagem fisioterapêutica”. O evento, coordenado pela fisioterapeuta Isis Simões Menezes, da Oficina Quedas & Fisioterapia da UnATI, teve como objetivo abordar questões das quedas nos maiores de 60 anos, e contou com uma mesa-redonda em que foi debatido – entre outros assuntos – os fatores etiológicos das quedas, sua prevalência e a abordagem fisioterapêutica.

“Independentemente da idade, todas as pessoas correm o risco de sofrer uma queda. Porém, para a pessoa idosa, uma queda pode representar um problema muito grave. São várias causas relacionadas às quedas. Fatores próprios da pessoa, como a falta de equilíbrio, a perda da massa muscular, e questões do ambiente – como uma calçada quebrada ou um tapete solto”, afirmou a fisioterapeuta Isis Simões.

“Em fevereiro de 2017, minha casa passava por uma reforma. Todos os dias depois da saída dos pedreiros, eu fazia faxina. Ao descer a escada de acesso ao terraço, que ainda estava sem corrimão, tomei um tombo. Caí em pé e esfacelei o calcanhar direito. Precisei fazer uma cirurgia de reconstituição. Fiquei sete dias internado”, contou Sebastião Ferreira, de 67 anos, funcionário público aposentado.

Na terceira idade, até quedas consideradas pequenas podem ter consequências sérias. Em caso de acidentes que afetam o fêmur, por ser o maior osso do corpo humano, a fratura pode causar não só a perda da funcionalidade da perna, mas também aumentar a mortalidade.